
Deixo as minhas queixas de lado e me coloco à disposição. Mas nesse caso você me questiona de que ou de quem? E nesse momento eu não sei responder. Coloco-me à disposição da vida, dos relacionamentos, dos amores e temores. Nesta idade não há nada que possamos perder.
Ao mesmo tempo em que não tenho nada há perder; perco-me nos meus pensamentos, nas minhas atitudes e nos meus objetivos. E se não me perco acabo perdendo o celular, o rumo o foco.
A cada dia que passa, venho questionando a mim mesmo ou ao meu ego, ao meu inconsciente. Não sei ao certo se este tal de ego é alguém ou algo que inventaram para nos confundir e nos explicar o que não tem explicação.
Mesmo assim tento e continuo tentando achar explicações, tentando me traduzir. Nesse momento me sinto um poema do Ferreira Gullar onde ele fala: “Uma parte de mim é multidão, Outra parte estranheza e solidão...” Eu sou multidão nos dias em que quero falar com o mundo e sorrir e até me perder no meio de todos que passam e ultrapassam o meu caminho; mas sou plena solidão quando escrevo este texto, que preciso de utopias e silêncio para criar o meu mais precioso final.
Se este texto será arte, desabafo ou meras linhas jogadas ao canto por tempos; eu não sei dizer, mas tendo não reter os pensamentos e nem limitar as entrelinhas. Jogo nas teclas deste laptop um pouco da angústia, da veracidade e da diversidade de pensamentos que correm e percorrem a minha mente.
Confuso, subversivo ou pleno? Este é um momento de achados e perdidos. Momento de precisão, de reflexão, de decisão.
Essas são linhas tortas que desenrolam ao longo do tempo, mas que nos fazem reescrever a cada dia uma página dos nossos sentimentos. Com o tempo nos tornamos mais críticos e seletivos, só não podemos nos tornar amargos.
Deixem as amarguras para aquelas pessoas que não se entregam por amor, que nunca escreveram uma carta de amor e que não amam o seu próprio ser.
Deixem para elas as experiências que passamos e iremos passar de corações cheios de cicatrizes, mas corações que viveram que conviveram que se dilaceraram e que não ficou a espera.
Só não deixem para elas a sua vontade de amar, de se entregar, de subverter esse inconsciente que nos bloqueia e nos faz ter medo do sentimento mais nobre do planeta e quem sabe do universo.
Esse era pra ser um texto revolucionário, mas se tornou um texto doce e terno. Um texto que espera que subversiva seja a minha forma de amar.
Ao mesmo tempo em que não tenho nada há perder; perco-me nos meus pensamentos, nas minhas atitudes e nos meus objetivos. E se não me perco acabo perdendo o celular, o rumo o foco.
A cada dia que passa, venho questionando a mim mesmo ou ao meu ego, ao meu inconsciente. Não sei ao certo se este tal de ego é alguém ou algo que inventaram para nos confundir e nos explicar o que não tem explicação.
Mesmo assim tento e continuo tentando achar explicações, tentando me traduzir. Nesse momento me sinto um poema do Ferreira Gullar onde ele fala: “Uma parte de mim é multidão, Outra parte estranheza e solidão...” Eu sou multidão nos dias em que quero falar com o mundo e sorrir e até me perder no meio de todos que passam e ultrapassam o meu caminho; mas sou plena solidão quando escrevo este texto, que preciso de utopias e silêncio para criar o meu mais precioso final.
Se este texto será arte, desabafo ou meras linhas jogadas ao canto por tempos; eu não sei dizer, mas tendo não reter os pensamentos e nem limitar as entrelinhas. Jogo nas teclas deste laptop um pouco da angústia, da veracidade e da diversidade de pensamentos que correm e percorrem a minha mente.
Confuso, subversivo ou pleno? Este é um momento de achados e perdidos. Momento de precisão, de reflexão, de decisão.
Essas são linhas tortas que desenrolam ao longo do tempo, mas que nos fazem reescrever a cada dia uma página dos nossos sentimentos. Com o tempo nos tornamos mais críticos e seletivos, só não podemos nos tornar amargos.
Deixem as amarguras para aquelas pessoas que não se entregam por amor, que nunca escreveram uma carta de amor e que não amam o seu próprio ser.
Deixem para elas as experiências que passamos e iremos passar de corações cheios de cicatrizes, mas corações que viveram que conviveram que se dilaceraram e que não ficou a espera.
Só não deixem para elas a sua vontade de amar, de se entregar, de subverter esse inconsciente que nos bloqueia e nos faz ter medo do sentimento mais nobre do planeta e quem sabe do universo.
Esse era pra ser um texto revolucionário, mas se tornou um texto doce e terno. Um texto que espera que subversiva seja a minha forma de amar.

Um comentário:
Lindo!!!!!!!!!!
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