Agora está sem luz e o meu coração arde. Arde de vontade de desejo de amor de verdade. Verdade de estar por estar. Não quero o sexo, à masturbação me basta. Quero o meu encaixe, quero o lacre violado. Quero pernas para todos os lados, me envolvendo num gosto de suor que exala do seu corpo. Ainda irei beber o que te escorre pela pele para matar a minha sede.
Ao mesmo tempo em que o ardor do sexo, do desejo contido. Quero a ternura que toma conta de mim. Quero a calma, a paz e o desejo não realizado, mas que ainda esta por vir.
Esse é um texto novo. Estou escrevendo, pois esta faltando luz aqui. A música toca no laptop ainda com um pouco de bateria. Os gatos estão felizes, pois à noite e deles e sem a luz nada nem ninguém ira incomodá-los.
Quanto a mim. Me sobra tempo para pensar mais e mais. Sem a televisão e sem os afazeres as idéias parecem fluir e influírem no meu ser, no meu pensamento, na minha alma.
Me perdi no texto. Tomo um gole de água. Tento retomar. Não quero parar de escrever. Quero nesse texto encontrar uma razão para ser, para viver, para me entreter.
A cada dia que passa parece que a luz se aproxima e a vontade de reencontrar você parece ser maior e mais concreta. Duvido da minha mente dos meus sentidos e da minha vontade.
Para conseguir parar de duvidar. Escrevo e encontro você nas palavras, nas músicas, nas fotos não tiradas e no desejo solitário.
Apesar da luz não ter chegado, preciso ir. Preciso retomar os meus pensamentos e prestar atenção nos gatos. Eles estão fazendo a noite mais bela. Acho que com a falta da luz consigo enxergar o céu mais claro, ou seria a minha visão? Não sei responder. Terei que perguntar aos gatos.
Ao mesmo tempo em que o ardor do sexo, do desejo contido. Quero a ternura que toma conta de mim. Quero a calma, a paz e o desejo não realizado, mas que ainda esta por vir.
Esse é um texto novo. Estou escrevendo, pois esta faltando luz aqui. A música toca no laptop ainda com um pouco de bateria. Os gatos estão felizes, pois à noite e deles e sem a luz nada nem ninguém ira incomodá-los.
Quanto a mim. Me sobra tempo para pensar mais e mais. Sem a televisão e sem os afazeres as idéias parecem fluir e influírem no meu ser, no meu pensamento, na minha alma.
Me perdi no texto. Tomo um gole de água. Tento retomar. Não quero parar de escrever. Quero nesse texto encontrar uma razão para ser, para viver, para me entreter.
A cada dia que passa parece que a luz se aproxima e a vontade de reencontrar você parece ser maior e mais concreta. Duvido da minha mente dos meus sentidos e da minha vontade.
Para conseguir parar de duvidar. Escrevo e encontro você nas palavras, nas músicas, nas fotos não tiradas e no desejo solitário.
Apesar da luz não ter chegado, preciso ir. Preciso retomar os meus pensamentos e prestar atenção nos gatos. Eles estão fazendo a noite mais bela. Acho que com a falta da luz consigo enxergar o céu mais claro, ou seria a minha visão? Não sei responder. Terei que perguntar aos gatos.

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